
.
Talvez por isso a cidade é tão calma, tão silenciosa. Em quatro dias que lá estive não ouvi uma ambulância, uma sirene da polícia, bombeiros. Há dois hospitais, número de habitantes não sei, calculo-os poucos. Na cidade as pessoas passeiam-se sem pressas, novos e velhos alguns de bengala, canadianas, caminham. Há pais empurrando carrinhos, crianças que não choram, não fazem birras. E cães. Que não ladram, não andam à solta. Que têm uma espécie de aulas de civismo, contaram-me. Que por isso podem entrar em todo o lado, museus, restaurantes.
.
.

O silêncio.
As pessoas que não falam aos gritos, os telemóveis discretos, escassos.
Os cafés, os restaurantes cheios, mesa só com reserva. Os preços, a quantidade de comida, excessivos.
A crise que não há, as pessoas calmas, bem dispostas, simpáticas. Cumprimentam-se quando entram nos comboios.
Pena o frio, o sol só às vezes.
As pessoas que não falam aos gritos, os telemóveis discretos, escassos.
Os cafés, os restaurantes cheios, mesa só com reserva. Os preços, a quantidade de comida, excessivos.
A crise que não há, as pessoas calmas, bem dispostas, simpáticas. Cumprimentam-se quando entram nos comboios.
Pena o frio, o sol só às vezes.
Sem comentários:
Enviar um comentário