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11/02/14

universidades públicas para quê?

retirado daqui 
por Almiro Lopes
de Roman Morhardt

Mas por que motivo não aparecem ministros licenciados nas universidades públicas? 

Uma constatação interessante que alguém teve a pachorra de compilar. 

De facto, parece que, deste Governo, ninguém tirou o curso na Pública e, das privadas, só 2 (ministros) na Católica! 

Eis algumas das Universidades Privadas mais representativas :
  • Universidade Moderna - encerrada pelas Autoridades por ser Centro de Crime Organizado.
  • Universidade Independente - encerrada pelas Autoridades por ser Centro de Crime Organizado.
  • Universidade Internacional - encerrada pelas Autoridades por ser Centro de Crime Organizado.
  • Universidade Lusófona - os processos de equivalência provam que há licenciaturas fraudulentas.
  • Universidade Livre que (passou a Universidade Lusíada) - nada leva a crer que seja melhor que as outras. 

MINISTROS:
  1. MINISTRA DA JUSTIÇA: Paula Teixeira da Cruz. Licenciada pela Universidade Livre. 
  2. PRIMEIRO MINISTRO: Pedro Passos Coelho. Licenciado pela Universidade Lusíada (ex-Livre) 
  3. MINISTRO DA SEGURANÇA SOCIAL: Pedro Mota Soares. Licenciado pela Universidade Internacional. 
  4. EX-MINISTRO DE ADJUNTO: Miguel Relvas. Licenciado ??? pela Universidade Lusófona.
  5. EX-MINISTRO DAS FINANÇAS: Vitor Gaspar. Licenciado pela Universidade Católica. 
  6. EX-MINISTRO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS: Paulo Portas. Licenciado pela Universidade Católica. 

SECRETÁRIOS DE ESTADO:

  1. Secretária de Estado do Tesouro e das Finanças - Maria Luís Albuquerque. Universidade Lusiada. 
  2. Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais - Paulo Núncio. Licenciado pela Universidade Católica.
  3. Secretário de Estado Adjunto e dos Assuntos Europeus - Miguel Morais Leitão. Licenciado Universidade Católica. 
  4. Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional - Paulo Braga Lino. Universidade Portucalense. 
  5. Secretário de Estado da Administração Interna - Filipe Lobo D'ávila. Universidade Católica. 
  6. Secretário de Estado Adjunto do Ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares - Feliciano Barreiras Duarte. Universidade Lusófona. 
  7. Secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar - João Casanova de Almeida. Universidade Lusófona. 
  8. Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas - José Cesário. Universidade Lusófona. 
  9. Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social - Marco António Costa. Universidade Católica. 
  10. Secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território - Pedro Afonso de Paulo. Não diz. 
  11. Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros - Luís Marques Guedes. Não diz. 
  12. Secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional. Não tem curso. 
  13. Secretário de Estado da Energia - Artur Trindade. Não se sabe. E esta ? Quem diria!
PS : a "não se sabe" ainda foi das que mais diplomas deu ! ! Fechem as Universidades públicas; não servem para nada!!!!!!!!!

3 comentários:

J.Lima disse...

"Universidade Livre que (passou a Universidade Lusíada) - nada leva a crer que seja melhor que as outras."

E também nada leva a crer que seja pior! Eu não tenho qualquer relação com a Lusíada mas não me revejo nesta crítica infundada.

Até porque agora que sou aluno de uma universidade pública posso afirmar que não estou propriamente num mar de rosas.

AL disse...

Exacto, J.Lima, nem melhor, nem pior: igualzinha, no que respeita a credibilidade ..
Quanto à 'crítica', "vendo-a como a comprei" ..
Certo, apenas, o pressuposto de que os actuais (por sinal, competentíssimos!) políticos com que levamos em cima não tiveram entrada numa universidade pública, seja isso indício do que for ..

J.Lima disse...

Não acho que seja motivo suficiente criticar quem quer que seja apenas pela universidade onde estudaram.

Uma coisa é ter um percurso académico muito bom (como tinha o anterior Min da Economia e foi o que se viu), outra coisa é estar a distinguir univs públicas e privadas sem nenhum critério.

Além de que vários professores universitários dão aulas em públicas e privadas portanto não é por aí o problema.

E se o problema é dos alunos isso também não é argumento. Aliás bem pelo contrário. Por esse raciocínio eu poderia concluir que foram os alunos das privadas que mais de destacaram nas 'jotas' já que foram estes que chegaram ao Governo...