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02/02/15

o Nobel da economia sobre a Grécia


PAUL KRUGMAN
economista norte-americano, 
vencedor do Nobel de Economia de 2008

Thinking About the New Greek Crisis 

January 28, 2015
«Markets are panicking. It’s important to understand that this is not a verdict on the new Greek government, or at any rate only the new Greek government; it’s a judgment that the risk of no agreement, and a disorderly breakdown of the whole process, is high. I think it’s important to be as clear as we can about the stakes and the real interests here, lest players stumble into a disaster they could and should have avoided.----- ler mais

ler também :

Economista Prémio Nobel de 2008 afirma que se há algum defeito no plano do Syriza, é o de não ser suficientemente radical. E defende que “o resto da Europa devia dar-lhe a oportunidade de pôr fim ao pesadelo no seu país”.
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Paul Krugman fala em “fim do pesadelo da Grécia” 

O economista Paul Krugman considera que o problema da Grécia deriva das más opções feitas pelos credores internacionais e classifica os planos do Syriza como “realistas.” Para o antigo prémio Nobel da economia, a Europa deveria dar uma oportunidade [a Tsipras] para acabar com o pesadelo do país”.

12/10/12

enquanto os 'socialistas' mal-entendem a democracia ..

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  • e, certamente, vão optar pela abstenção quando chegar a hora de «responsavelmente» (ver) votar o OE 2013  ..
  • enquanto Paulo Portas escreve aos militantes do CDS protestando discordar das medidas fiscais do governo que integra ... mas  cujo OE 2013  vai legitimar e não se demite ..

... vários homens 'lúcidos', acho eu que pessoas de bem (e os partidos a que pertencem -sendo o caso - já não significam porcaria nenhuma, no tocante às ideias/ideais e opções ..) põem a nu uma sociedade auto-fágica, expõem factos, razões, conhecimentos, alertam para uma realidade e um futuro inaguentáveis ..
a ler:

Orçamento do Estado para 2013 
Bagão Félix: subida dos impostos é “napalm fiscal” devastador

12.10.2012 - 
Por Lusa, PÚBLICO

Os aumentos de impostos anunciados para o Orçamento do Estado para 2013 (OE2013) representam “napalm fiscal”, ou um sismo fiscal de magnitude oito, com efeitos devastadores sobre a economia, segundo Bagão Félix, conselheiro de Estado e antigo ministro da coligação PSD-CDS  -- ler mais


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de Santana Castilho, em "Mais Estado e pior Estado":
Como já todos entenderam, o aumento de impostos é a prazo ineficaz. Por exaustão dos contribuintes, a quebra das receitas é a resposta perversa. Entrámos num vórtice de que só sairemos com outros governantes, minimamente conhecedores da realidade nacional. A insolência destes vai acabar incumprindo o incensado memorando. Pelo meio ficará um caminho juncado de cadáveres, no dizer do novo bispo vermelho, fruto de uma governação por catálogo, obsessiva e sem sentido, que recusou propostas e avisos de todos os quadrantes, com o único argumento, democrática e socialmente terrorista, de que não há alternativas. .

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a ler ainda:

Paul Krugman:  era possível acabar com esta crise já. Se “eles” quisessem !

Por Ana Sá Lopes,
publicado em 24 Set 2012

Os instrumentos económicos existem mas a opinião política dominante proíbe o fim da crise. Paul Krugman, Prémio Nobel da Economia, apela ao fim dessa corrente austeritária, sacrificial e assassina de empregos.  - ler mais aqui


26/02/12

Grande Depressão, século XXI

in Público, 26/2/2012

Paul Krugman:
O Nobel contra a política de austeridade
vai ser homenageado por três universidades

por Sérgio Aníbal

Paul Krugman, que em 2008 conquistou o prémio Nobel da Economia e esta segunda-feira vai receber dos Reitores das Universidades de Lisboa, Técnica de Lisboa e Nova de Lisboa o grau de Doutor Honoris Causa, defende que a política de austeridade que está a ser aplicada na zona euro arrisca-se a colocar o continente perante um cenário idêntico ao da Grande Depressão dos anos 30. Como é seu hábito, o economista não poupa nas palavras e não hesita em apontar o dedo àqueles que vê como os culpados.

"Alguns países estão a enfrentar um sofrimento semelhante ao da Grande Depressão: Grécia e Irlanda com quedas do produto de dois dígitos, a Espanha com 23% de desemprego, o Reino Unido com uma contracção económica mais longa do que nos anos 30. Pior ainda, os líderes europeus - e muitos dos players mais influentes - ainda estão enamorados pela doutrina económica responsável por este desastre", escreveu na sua coluna do fim-de-semana passado, precisamente dedicada à situação europeia.

Nos seus textos*, Krugman tem alertado, de forma repetida, para as "provas históricas" que apontam para o fracasso da política de austeridade europeia. Defende que a austeridade empurra as economias ... ler mais
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